terça-feira, 26 de maio de 2009

Cai, cai [parte 2]

Pausa para comentar a “bóe” do BBB que caiu desfilando, desculpa a falha, caiu DUAS vezes, e na segunda, depois da queda ainda tentou fingir que nada aconteceu e continuou dançando.

Analisando a situação:


Queda 1: A pessoa escorrega e cai deitada. INTEIRAMENTE deitada!!! Tipo, nem uma bundada no chão. Foi estilo “tronco de árvore sendo cortado”.


Queda 2: Não satisfeita em ter caído na primeira entrada, ela entra dançando na segunda... DANÇANDO!!!

Pediu pra ser burra né?! Pediu, implorou, bateu pezinho e disse que só saia dali quando tico e teco estivessem nas Bahamas. Juro, midivirtu.


Outra queda memorável [é, parece que está na moda]: Cae Cae Caetano “Força estranha derruba Caetano do palco”.

I s2 sensacionalismo








segunda-feira, 25 de maio de 2009

Nóstanaolgia [carinha de anjo]

Aproveitando a estiga de reativar o blog, postarei diariamente, até o pessoal aqui do trabalho descobrir que o blogspot tá aberto e bloquearem novamente =) [malditos carinhas da internet]

Me sinto nostálgica.

Não espero que o tempo volte, longe de mim querer voltar as coisas. Mas certas lembranças me fizeram sorrir hoje. Tava dirigindo ontem, torcendo que na rádio tocasse telegrama, de Zeca Baleiro, [coincidência, ou não, rapha postou essa música hoje no blog].

Mas não tocou [malditos programadores] começa, então, “palavras ao vento” interpretada por Cassia Éller, bixo, foi instantâneo, tudo que me aconteceu em 2004 veio na mente. E fiquei assim, meio nostálgica.

Quando não quiser escrever vou postar as coisas que acontecem aqui no trabalho [leia-se lugar onde não faço nada, ou, minha meia lua]

Pessoa estranha: Speak english?
Eu: Yes, man.
Pessoa estranha: Donde je can get le bus?
(gente, quantas línguas!!! não era inglês???)
Eu: Blábláblá..
Pessoa estranha: Obrigado.
*sorrindo*

domingo, 24 de maio de 2009

Sim!

Áî sempre me aparece alguém pra tirar onda com a minha cara. De duas uma, ou eu tenho cara de MUITO simpática, ou de otária. Ou é um ou outro, sempre. Por que toda hora aparece um engraçadinho dando em cima, ou tirando alguma gracinha.

SIM, eu GOSTO de roer unha, isso baixa o nível de ódio no meu coração!!!
Eu SEI que faz MAL!!! Me deixa em PAZ!

Até queria gritar com o carinha que implica comigo, mas tenho some daddy issues, quando vejo um cara mais velho tentando cuidar de mim eu logo gosto. Mais uma pra discutir na terapia.


P.s.: Vergonha de mim por só ter postado uma vez em abril =/

sábado, 23 de maio de 2009

Não pega no meu mouse

Sim, eu tenho issues com intimidade. Quando alguém entra na minha meia lua (cubículo que eu trabalho) eu fico transtornada.

Não tenho nada contra pessoas que eu conheço entrarem e se sentirem a vontade, por exemplo, no meu quarto. Mas se alguém que eu não conheço bem põe o pezinho lá sobe uma vibe “SAAAIIIII DAQUÍÍÍÍÍÍí”.

A mesma coisa quando as senhoras da limpeza vêm na minha meia lua. Sinto que é invasão de privacidade.

“Eu não toco na sua vassoura, então, não pega no meu mouse”

Tenho que trabalhar isso, mas minha parte “criança chata” se recusa a mudar. =)

Me ature pra sempre ou me tire da sua vida. Negócio de dar oi só pra dar oi me irrita. Meio termo é para os fracos.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Pois bem...

Eu prometo, nunca mais irei brincar com a verdade (Feliz 1º de Abril). Do que seria minha vida se todos os dias fossem 1º de abril?

Sinceramente, não vou prometer mais nada. O ser humano é livre para errar, e dou valor a pseudo-liberdade que acredito ter. Então, no dia da mentira, me abstenho de ser eu e serei meu eu ao quadrado.

Do que vale a limitação se os limitados estão tão próximos das barreiras que os cercam que nem conseguem vê-las? Não me afasto da realidade, busco-a nos detalhes.

Pois, se é fácil de ver, então todo mundo tem acesso, sendo assim, se procuro nos detalhes, isso o tornará único aos meus olhos, e talvez meia outra dúzia de pessoas bizarras que me entendem.
Fugindo a complexidade do ser, não sou. E me transformo na metade de mim. Entendeu? Pois bem.
(8) Me chama de my love, my love, my love. Me chame de meu bem, meu bem, meu bem. (8)


“Inexplicável é o nome que podemos dar aos artistas que pintam sem acabar de pintar. Botam tinta, mais tinta, outra tinta, muita tinta, pouca tinta, nova tinta, e nunca lhes parece que a árvore é árvore, nem a choupana. Se se trata então de gente, adeus. Por mais que os olhos da figura falem, sempre esses pintores cuidam que eles não dizem nada. E retocam com tanta paciência, que alguns morrem entre dous olhos, outros matam-se de desespero.” (Machado de Assis) [desenterra Adão Marcelo e viva a nostalgia]


Cavei, cavei, cavei. Esse foi o post mais profundo que consegui =) [piada bosta, vc vê por aqui]

sábado, 21 de março de 2009

Entre aspas o mundo ganha novas linhas.

Sentimentos podem ser fingidos, máscaras postas para camuflar algo em você. Sua alma nunca desaparece. A velha discussão da “vibe” e da “energia”, seria possível mesmo conhecer uma pessoa apenas por estar perto dela?

Sim, tenho amigos sentimentalóides que acreditam nisso. Sim, sou uma das que acham que alguma coisa acontece (no meu coraçãooooo *cantando*). Por mais estranho que possa parecer e por mais que as pessoas não acreditem, e inegável que seu corpo reage a sensações e acontecimentos (alguém vai argumentar?), e com isso é criada uma memória sensorial que vai te torturar o resto da vida.

Aquele cheiro que te faz lembrar aquela pessoa, aquele sabor que remete ao dia que vocês passaram juntos (papo dor de cotovelo). E, é claro, essa memória vai servir também para “julgar” a “vibe” das pessoas, assim como ela “analisa” cheiros e sabores como “bons” ou “ruins”. A partir de relacionamentos prévios seu cérebro vai “perceber” sinais e “julgá-los” formando assim essa sensação de “vibe”.
Explicação racional para algo possivelmente sem sentido, porém, contudo, toda via, entretanto, uma explicação.

Não, não sei porque estou me interessando por psicologia ultimamente, pode ser o velho fato: de médico e louco todo mundo tem um pouco.

A música naum tem muito a ver, é que eu adoro ela =D

domingo, 1 de março de 2009

Tempo?

Quase um mês depois a pessoa volta a ter tempo para respirar, mas não necessariamente para uma vida social (alguém tá com raiva de mim?).

Dou mancada, falo besteira, desmarco encontro em cima da hora, sim, eu sei que eu furo com meus amigos algumas vezes. Juro, não é de propósito. Acontece!!!

Entre editar, carnaval, editar mais e arrumar um estágio eu fico pensando... “O dia podia ter pelo menos 30 horas, desse jeito eu teria 6 horas pra dormir”. Exagero! O que forma o que sou é exatamente isso: falta de tempo.

Eu tinha um post pra fazer sobre mecanismos de defesa, tipo: “esse é meu jeito e não vou mudar”, mas não consegui ler o material sobre isso, então, deixo pra depois.


Música do carnaval: